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VICTOR WOOTEN - BAIXISTA YIN YANG
Henrique Inglez de Souza

imagem: Steven Parke
 Fama e sucesso são elementos que, dependendo de como aproveitados, podem trazer coisas boas ou ruins. Enquanto uns os usam para alimentar suas vaidades e, assim, satisfazer seu ego, outros preferem aproveitar o destaque para trabalhar questões mais consistentes junto ao público. Depois de um papo com um dos mais respeitados baixistas do mundo, esse é o tipo de reflexão que fica. Embora seja tão óbvia a importância de fazer música com sentimento, ainda há quem insista em seguir por caminhos distantes dessa premissa – instrumentistas determinados a avolumar sua bagagem de técnicas e artimanhas simplesmente para esbanjar habilidades mil. Contudo, estamos falando de uma arte que, como tal, nasce de sentimentos para despertar outros sentimentos: emocionar. Talvez essa seja a principal mensagem que Victor Wooten passa quando toca. Ele é sensacional? Claro. Faz coisas inacreditáveis e repletas de virtuosismo? Sem dúvida. Mas há um algo a mais no estilo de Wooten que talvez muitos deixem passar batido. Ele usa as técnicas para expressar sua musicalidade, em vez de aproveitar a música para exibir seus predicados com o baixo. Este ano tem sido movimentado e mantido o baixista norte-americano ocupado. Em maio, saiu Rocket Science, o primeiro disco do Béla Fleck & The Flecktones com Howard Levy desde 1992. O grupo resgatou sua formação original, com Wooten (baixo), Levy (harmônica, piano), Béla Fleck (banjo) e Future Man (Synth-Axe Drumitar, percussão) – este último, irmão de Wooten. Quase 20 anos depois, a química entre eles mantém-se intensa e antenada a novas possibilidades. Outro trabalho que saiu foi a edição especial e comemorativa de A Show of Hands, primeiro disco-solo de Wooten, de 1996. O material ganhou tratamento no áudio original e faixas extras, além de um complemento no título: A Show of Hands - 15. Esse lançamento foi feito pelo Vix Records, selo que pertence ao próprio baixista – outra de suas novidades em 2011.



http://www.youtube.com/watch?v=eqTkgeQluSc


Matéria completa na Revista Bass Player 1/Outubro de 2011.
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