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O Mundo dos Graves - uma breve história da amplificação para baixo
Jonathan Herrera
Baixistas são compreensivelmente encantados por seus instrumentos. Junte um grupo deles numa sala, e a conversa acabará girando em torno de baixos e mais baixos. É o tipo do papo fácil, que sai naturalmente e que costuma se desenrolar recheado de boas informações. Mas, então, subitamente, o assunto muda para amplificadores. Talvez por causa de sua relativa complexidade, se comparados aos 4-cordas, ou pelo desafio de verbalizar a conexão entre a tecnologia e o som, os baixistas são geralmente menos fluentes nesse tema. O mesmo cara que exalta as virtudes especiais dos Jazz Bass com corpo de ash de meados dos anos 1970, muitas vezes se cala quando lhe pedem para descrever o que exatamente faz seu amp soar bem... ou mal. Se inovação é um belo catalisador para uma conversa, os amps rendem ainda mais o que falar. Por exemplo, embora tenha havido diversas tentativas de mudanças revolucionárias, o baixo elétrico permaneceu o mesmo desde que foi inventado: há um corpo, um braço, cordas e determinada maneira de se converter a vibração das cordas em uma corrente elétrica. É claro que há inúmeras abordagens para cada faceta, contudo, transformar qualquer uma delas seria como reorientar o próprio instrumento. Os amps, por sua vez, são um terreno para alterações verdadeiramente radicais. Em sua essência, um equipamento desse precisa fazer o baixo soar alto. Essa característica primordial nunca se alterou, porém, os meios para atingir tal objetivo estão em um constante estado de fluxo, e a última década tem sido, talvez, a mais emocionante a esse respeito.
Matéria completa na Revista Bass Player 38/Novembro de 2014.
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